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Campinas (SP) - No dia 10 de junho do corrente ano, a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) realizou formatura alusiva ao Dia da Arma de Artilharia. Estiveram em posição de destaque os militares da “arma dos fogos largos, densos, profundos e tridimensionais” que servem na Escola, e também Alunos do Núcleo de Preparação de Oficiais do 28º Batalhão de Infantaria Mecanizado (NPOR/28º BI Mec), em visitação às instalações da Escola.


O Aluno MAYRINK, da 2ª Companhia de Alunos, vencedor do Concurso Literário promovido pela Cadeira de Português, foi premiado pelo Grêmio Recreativo e Literário da Escola (GRL) e realizou a leitura do texto em homenagem à Arma.
Na ocasião, o Comandante da Escola citou passagens históricas do Marechal Mallet, “o Barão de Itapevi”, e destacou a importância e a modernidade da Artilharia no Exército Brasileiro. Após a solenidade, o Corpo de Alunos ministrou uma palestra aos integrantes da Escola abordando a história e as peculiaridades da Arma de Artilharia no Exército e seu emprego na força.

As atividades se encerraram com a exposição dos principais materiais de empregos de Arma de Artilharia.

Origem do Dia da Artilharia

O Dia da Artilharia é uma homenagem à figura de Émile Louis Mallet, mais conhecido como Marechal Emílio Luís Mallet, o Barão de Itapevi, nascido em 10 de junho de 1801, em Dunquerque, na França, ingressou nas fileiras do Exército Nacional em 1818, iniciando uma vida militar dedicada inteiramente ao Exército e ao Brasil. Mallet comandou a 1ª Bateria do 1º Corpo de Artilharia Montada quando seguiu para a Campanha Cisplatina, tornando-se respeitado por sua tropa, pelos aliados e pelos inimigos.

Como comandante do 1º Regimento de Artilharia a Cavalo (atual 3º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado, situado na cidade de Santa Maria-RS), combateu em diversas batalhas, tendo como destaque a Batalha de Tuiuti, a maior batalha campal da América do Sul, na Guerra da Tríplice Aliança, conhecida com a Batalha dos Patronos, suas bocas de fogo (termo genérico das armas de Artilharia), foram batizadas de “Artilharia Revólver”, tal a precisão e rapidez de seus fogos. Cabe ressaltar sua criatividade e liderança, como Chefe Militar nesse conflito, assegurando importante vitória do Exército Imperial e fazendo com que o inimigo conhecesse o valor do soldado brasileiro.

O profundo fosso que Mallet fez construir para proteção de suas peças constituiu-se em eficiente obstáculo que impediu o avanço da tropa inimiga. Esse fato passou para a História com a célebre frase do Comandante da Artilharia Brasileira: "Eles que venham. Por aqui não passam."


Fotos: Agência EsPCEx


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