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O alunoA excelência na formação de futuros cadetes pela EsPCEx é a primeira e obrigatória etapa para a formação de oficiais e, consequentemente, para o engrandecimento do Exército Brasileiro. A Escola cria a base sólida para que a AMAN possa prosseguir em sua missão de formar o futuro oficial.
O foco da formação do futuro cadete é a progressividade no desenvolvimento de atitudes (atributos afetivos), que servirão de alicerce para que as demais áreas dessa formação – área cognitiva, área psicomotora e a área afetiva – possam ser desenvolvidos. Dentre as diversas atitudes a serem objetos de observação e de desenvolvimento, constantes do Perfil Profissiográfico do Concludente do Curso de Formação de Oficiais da Linha de Ensino Bélico, são priorizadas aquelas imprescindíveis para o exercício das atividades do cadete naquela Academia: abnegação, adaptabilidade, camaradagem, cooperação, coragem moral e física, disciplina, empatia, equilíbrio emocional, flexibilidade, lealdade, persistência e rusticidade. As demais, também importantes, serão desenvolvidas naquela Academia, nos anos subsequentes.
O aluno é tratado, desde seus primeiros contatos com a Escola, com o rigor fraternal dedicado a um irmão mais novo ou a um filho, a quem a atual geração de militares delegará, em breve, a responsabilidade pela preservação dos valores do Exército. A cordialidade – sem perder o rigor inerente à atividade militar –, a empatia, a fé na nobreza da missão de ser soldado e o exemplo são ressaltados no dia a dia do aluno.
As manifestações de desapreço, de deseducação, de incoerência e de maus tratos são rigorosamente abolidas da formação do aluno da EsPCEx. O futuro comandante do combate moderno atuará nos mais variados ambientes operacionais e culturais. Portanto tem, nos exemplos da Escola, suas primeiras e mais arraigadas lembranças de respeito aos direitos humanos e à diversidade cultural.
O aluno identifica-se, desde os primeiros dias na caserna, como o profissional do Estado que concentra, em suas mãos, o poder legal para o emprego das armas, cuja função específica é a defesa do próprio Estado pela administração da violência. Portanto, para se manter dentro dessa legalidade que faz uso coletivo da violência, deve eliminar qualquer vestígio de violência individual de sua personalidade.

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